Às vezes Gabriele, às vezes Gabrielle, às vezes Gabriella, mas sempre Gabi.
Não é cravo, nem canela, Gabriella é ela mesma, dona de suas memórias, não tem vida de novela, mas é a atriz principal, da própria felicidade, para o hebraico: a enviada, aquela quem guia as rédeas do existir, ela é mais forte do que imagina.
Que acima de tudo a sua alma não se esqueça de ser doce e os seus pés sempre se lembrem do caminho que dá para a felicidade. Que a maldade do mundo jamais amargue o seu coração, mas que o sol do seu sorriso continue a quem a vê, iluminar. Que ao caminhar por aí você exale bondade, e que sempre, mas sempre mesmo se lembre de quem você é e jamais se esqueça: você nasceu, meu bem, para toda a felicidade do mundo e mais, você existe para além chegar. Você merece, minha flor, todo amor que o mundo puder dar.
De verso e alma, escrevinhei. Rascunhos sobre “ela”. (via poeflorada)
Vai onde há a dor, e cura!
Vai onde não há amor, e ama!
Vai onde há a dor, e alegra!
Vai onde não há amor, transforma!
Teu toque forte muda a sorte de quem Te encontra.